A Ianne sempre foi chamada de “aparecida”. Quando criança vivia fazendo graça e era a primeira a levantar a mão quando a professora ia escolher personagens para peça (ela foi a única da sala que fez todas). Vindo de uma cidade bem pequena e sem aulas de teatro, Ianne encontrou um jeito de se expressar através no corpo. Fez ballet e contemporâneo. Reencontrou o teatro aos 16 anos, já decidida que era isso que queria estudar. Se apaixonou pelo poder da arte na vida das crianças quando fez Casa do Teatro e, de longe, ficava acompanhando as outras turmas. Hoje cursa artes cênicas na Escola Superior de artes Celia Helena e faz estágio com os nossos arteiros.